O Brasil é o país da injustiça social e da enorme desigualdade de renda entre ricos e pobres. O país, que foi invadido no último ano do século XV, ainda cuida para que as digitais dos invasores, assim como o sangue dos inocentes e oprimidos, estejam presentes nos dias atuais.
Como explicar a cena da população abandonada pelo Estado, em situação de miséria, recorrer à caçamba de um caminhão de lixo para garantir restos de alimento, comparada com a foto de Eduardo Bolsonaro e família vestidos à caráter em Dubai?
Esse é o recorte de um Brasil anulado em sua base elementar, desconectado dos princípios mínimos da constitucionalidade que garante os direitos básicos e imprescindíveis para a manutenção de uma sociedade plural e justa.
Em outro momento distorcido do que se entende por empatia, o senador Flávio Bolsonaro chamou de ‘macabro’ os depoimentos dos familiares das vítimas da Covid na audiência da CPI no Senado.
Se houve algum tipo de ‘ronda infernal’, como a morte era representada na Idade Média, foi motivado pela inação de medidas sanitárias e pela brecha de corrupção aberta com a negociação de vacinas, remédios ineficazes, transportes e armazenamentos.
O governo Bolsonaro, assim como sua família, são macabros, horrendos, hediondos, são malignos, inspiram a maldade através de atos e palavras, ganhando espaço e alimentando de ódio os que comungam dos seus princípios destrutivos.
Fascistas não passarão! Estamos atentos, embora pouco possamos fazer individualmente, porém organizados somos fortes. Instituições como o Congresso, PF, MP, PGR, STE e STF, têm o dever de punir os responsáveis que atentaram contra a vida da população, que a largou sozinha para que disputasse restos de comida para sobreviver, enquanto passeiam e se fantasiam em sinal de deboche.
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