A manifestação gospel-fascista marcada por Bolsonaro e a legião de vendilhões da fé, para o dia 25 de fevereiro na avenida Paulista, é um sonho que o inelegível tem de ser preso como Lula, no sindicato dos metalúrgicos, ovacionado e carregado nos ‘ombros’ do povo.
Bolsonaro sabe que seus dias de liberdade estão contados e vai tentar a estratégia de criar um ambiente de comoção para convencer incautos de que é vítima de perseguição política pelo STF, que não teve participação na tentativa de golpe e que, assim como Jesus, pode ser preso injustamente.
A partir da convocação para o dia 25, Bolsonaro entra em ‘estado de prisão’ tendo a seu favor o argumento de que o simples fato de ter divulgado o vídeo causou sua reclusão, reforçando a ideia de perseguição.
Alexandre de Moraes não vai cair nessa armadilha, se tiver que emitir um mandado de prisão, o fará com a robustez inquestionável e necessária para que Bolsonaro se torne, além de inelegível e ‘infugível’, indefensável.
Será que depois das prisões e condenações dos depredadores do dia 8 de janeiro, alguém vai se aventurar a organizar um movimento em defesa de um covarde que insuflou e ‘tirou’ o corpo fora?
Talvez o pastor Malafaia, no início, espalhe suas ovelhas pelas ruas, apascente-as na porta da PF e as faça gritar Bolsonaro Livre! Fora isso, não há um cidadão por quem Bolsonaro, que deixou vários soldados feridos pelo caminho, possa contar com a lealdade. Até o PL do seu Valdemar está torcendo por sua prisão, para se reorganizar como legenda, limpar o nome e disputar prefeituras com paridade.
Se o futuro detento sonha em ser preso como Lula, não pode deixar de lado o fato de que Lula era inocente.
❗ Se você tem algum posicionamento a acrescentar nesta matéria ou alguma correção a fazer, entre em contato com redacao@brasil247.com.br.
✅ Receba as notícias do Brasil 247 e da TV 247 no Telegram do 247 e no canal do 247 no WhatsApp.
Apoie o jornalismo independente do 247:







Participe da discussão