Por Tiago Barbosa, no X – A mídia corporativa retomou o instinto sanguinário da década passada para desgastar o governo e municiar o ódio irracional usado como arma pela extrema-direita.
Todos os recortes de notícia são alinhados com correntes do WhatsApp e de produtoras bolsonaristas para massificar estigmas mentirosos associados a Lula e à esquerda.
A obsessão pela Venezuela, a subserviência ao sionismo, o pânico da criminalidade, a crítica à “verborragia” (improvisa, exagera), o viralatismo eterno.
A essência desse noticiário traça um Lula de viés autoritário, íntimo do crime organizado, amigo de ditadores, insano, com petulância diplomática e antidemocrático.
É exatamente a imagem fabricada no esgoto corrente de mensagens da extrema-direita mais idiota, ignorante e orgulhosa da própria sordidez política, social e econômica.
A mídia corporativa legitima essas construções delirantes com o verniz jornalístico, serve a matéria-prima para narrativas toscas e, em paralelo, sufoca a realidade pela omissão.
É relação simbiótica camuflada de senso crítico e fingimento para escandalizar o fútil, sobrepor o irrelevante ao interesse público e insuflar o extremismo.
Toda e qualquer narrativa fake e deletéria da extrema-direita tem o DNA dessa mídia desprezível, antinacional e antipopular.
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