Opinião

“Esfakearam” a alma do povo brasileiro!

O tempo passa, voa mesmo, e aqui estamos nós assistindo uma pilhagem sem igual, de um país que já foi a quinta economia mundial. Ministério do trabalho desmontado. Educação perseguida e sem verbas. Discriminação em alta, fome e pandemia. Holocausto social sem medida

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O povo anseia por igualdade. Ele quer justiça e felicidade. Quantos sorrisos desfeitos pela “galhardia” do politiqueiro que diz enxugar gelo. E a dona de casa compra seu óleo bento, e chora sentida ao ver o candidato/mito cair em solo ferido pela faca do destino…

Ela ora e se desvela em súplicas pelo moribundo que quer ser presidente. O povo se consterna e acredita no quase crime e milagrosamente o esfaqueado resiste, e então é eleito chefe da nação.

O tempo passa, voa mesmo, e aqui estamos nós assistindo uma pilhagem sem igual, de um país que já foi a quinta economia mundial. Ministério do trabalho desmontado. Educação perseguida e sem verbas. Discriminação em alta, fome e pandemia. Holocausto social sem medida. Outubro de 2018, caiu ferido o mestre Moa na Bahia. Foram vários golpes desferidos por um barbeiro bolsonarista. 

E o “Brazil que não conhece o Brasil” assiste a partida de outro mestre; a Covid leva embora Aldir Blanc e a cloroquina vira totem/kit de salvamento em um Brasil agonizante…

Auxílio emergencial custa a ser aprovado; e o Congresso sai na frente dando um passo de gigante. Decretos e caneladas regem a cena diária, e o povo sem emprego vive em meio à praga que ceifou 600 mil brasileiros.

Entre rachadinhas e mansões compradas a peso de ouro surge um projeto de escola sem partido, onde o pobre professor se transforma no melhor mamulengo do pior ventríloquo, que apregoa o uso de mordaça imoral que desfigura seu valor opinativo.

Militares empoderados em cargos executivos recebem mais de cem mil enquanto o povo come lixo. Projetos de lei assassinos;como o 5595/2020 são pura eugenia e nazismo.

E até hoje não sabemos quem matou a Marielle? Que junto ao seu motorista Anderson morreu há três anos e meio. Ela foi assassinada brutalmente e não foi fake. Lágrimas verdadeiras rolaram dos olhos dos seus parente…e ainda houve quem rasgasse uma placa em sua memória solene.

Tramoias no jogo das vacinas que tardaram a chegar. E o jornalismo fidedigno está difícil de achar; como bem disse Leonardo Attuch em seu livro De jornalista a youtuber – Como cruzei a ponte: “duas verdades históricas: o golpe contra Dilma e a prisão política de Lula”. A T.V. progressista 247 nasce do sonho da Liberdade e do compromisso ético com a democracia igualitária e como tal, nos deu um lindo presente, o documentário factual: “Bolsonaro e Adélio: uma fakeada no coração do Brasil”; com atuação primorosa do jornalista Joaquim de Carvalho. Só nos resta agora refletir sobre a investigação corajosa que esquadrinhou as nuances mais recônditas e com certeza revolucionará politicamente o país.

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