Opinião

Há várias lendas acerca do Rei Arthur do século VI

‘É o chefe de assaltos às fortalezas desse mundo em busca de tesouros do Outro Mundo, de onde vem sua fortuna’, escreve o colunista Alex Solnik

Rei Arthur
Siga o 247 no Google Notícias Seguir no Google Notícias Adicione o Brasil 247 como fonte preferencial no Google Apoie o jornalismo independente Apoie o 247

Ora é descrito como um guerreiro corajoso, caçador de monstros e defensor da Bretanha de todas as ameaças, sejam elas humanas, como os saxões ou sobrenaturais, como gatos gigantes, javalis furiosos, bruxas e dragões.

Em outros relatos, é líder de um bando ou de super-humanos que vivem nas florestas ou de deuses pagãos.

Em outra lenda ainda, é o chefe de assaltos às fortalezas desse mundo em busca de tesouros do Outro Mundo, de onde vem sua fortuna.

Não sei com qual deles se parece mais o Rei Arthur do século XXI, defensor inigualável de todas as emendas, líder de super-humanos do centrão que vivem na Câmara dos Deputados em busca de tesouros deste e do outro mundo.

Nem de onde vem sua fortuna. 

De qualquer modo, convém que ele fique atento aos oráculos, que o advertem com dois provérbios.

“Quem tudo quer, nada tem”.

“Quanto mais alto o cargo, maior é o tombo”.

❗ Se você tem algum posicionamento a acrescentar nesta matéria ou alguma correção a fazer, entre em contato com redacao@brasil247.com.br.

Cortes 247

Este é um artigo de opinião, de responsabilidade do autor, e não reflete a opinião do Brasil 247.

Participe da discussão

Acompanhe as
últimas notícias