Na madruga deste domingo (15) foram confirmas 10 novas mortes de detentos na Penitenciária Estadual de Alcaçuz, em Nísia Floresta, na região metropolitana de Natal, no Rio Grande do Norte. Esses presos que estavam sob a custódia do Estado tiveram a cabeça arrancada de seus corpos e atiradas ao pátio.
A carnificina iniciada neste sábado (14) — e concluída hoje — elevou para 116 o número de mortos em três eventos em apenas 2 semanas deste início de 2017. Isto é Michel Temer, que não tem um plano para conter os massacres. Pelo contrário, aplaude para o público interno, mas tem frouxos intestinais com a repercussão internacional. Portanto, um banana.
Se o Estado não tem condições de garantir a integridade física dos presos, pois bem, soltem-nos. Não é possível um sistema prisional manter 40% presos provisórios, sem julgamento, e outros 25% devido à repressão às drogas cujo potencial ofensivo à sociedade é baixíssimo.
Pela sua formação fascista, a mídia adora a carnificina nos presídios porque não há um branco e rico sequer entre as vitimas. São pretos e pobres, invisíveis aos olhos da sociedade. São alguns a menos a incomodar os abastados. São negócios para os gestores de presídios privados — contribuidores de campanhas.
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