Clown, Arlequim, Palhaço. Os nomes são representantes da alegria, do bom humor, da palhaçada; mas no Brasil virou sinônimo de anomalia, de desmonte e de deboche.
Agora os papéis se aglutinaram: o subterrâneo televisivo e o limbo youtuberiano tomaram de assalto o palanque partidário. Não é bravata. As bravatas fincaram seus pés no governo, e são proferidas através de “lives” ou em discursos de posse de artistas em cargos públicos importantes.
Podemos ter clowns no poder público, mas com certeza; histriões maléficos: nunca.
Torna-se visível para alguns conversos, o quanto esta gestão brinca com seu público, aqueles que apoiam tal empresa fazem parte de uma categoria que ri e aplaude, sem refletir: como uma plateia de autômatos.
“Pennywise”- Do filme: “Hit – A Coisa” se alimenta do medo de crianças; ele (e similares) não possuem empatia, e aterrorizam o bem comum; fazendo pobres e miseráveis caminharem como zumbis de temporais (chuvas fortes que inundaram os quatro cantos do Brasil) que estão sendo devorados por uma DESIGUALDADE SARCÁSTICA que ri e distribui bananas. Agora a galhofa é livre e possui seus “HITS” de plantão.
A justiça completamente cega desfila em tanques de guerra sobre um dos últimos estados que eleva o bom nome da Educação, possuindo 82 escolas dentre as 100 melhores do país; dados do IDEB (índice de Desenvolvimento da Educação básica).
O nordeste hoje conta com cinco governadores e Cinco aliados do Partido dos Trabalhadores; Tendo o Centro Universitário Cearense obtido destaque na avaliação do MEC, em 2020.
O palhaço que reinventa a alegria é sem sombra de dúvida a ternura de uma tradição que inunda a alma de um povo; mas qualquer bufão (armado que destrói e gargalha) não deveria ser eleito para transformar um país em Circo dos Horrores.
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