Opinião

Jejum de Dallagnol é chantagem contra STF

“Não existe jejum contra ou a favor de alguma coisa ou pessoa em religião alguma. Não existe jejum para pressionar ou chantagear. Jejum com motivação política, como esse anunciado por Deltan Dallagnol não é jejum, é greve de fome. É uma tentativa de chantagear os ministros do STF e de jogar a opinião pública contra…

"Não existe jejum contra ou a favor de alguma coisa ou pessoa em religião alguma. Não existe jejum para pressionar ou chantagear. Jejum com motivação política, como esse anunciado por Deltan Dallagnol não é jejum, é greve de fome. É uma tentativa de chantagear os ministros do STF e de jogar a opinião pública contra eles", critica o jornalista Alex Solnik, colunista do 247; "Além de patético e ridículo, em se tratando de um procurador da República, um gesto que provavelmente terá efeito contrário ao pretendido"
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   Jejuar é um gesto religioso comum a várias religiões.

   Para os católicos, o jejum é uma espécie de penitência interior.

   Para os evangélicos, uma forma de “matar a carne”.

  Os judeus jejuam uma vez por ano para “purificar o corpo” e se punir por erros cometidos.

   Os muçulmanos, em seu jejum, abstêm-se de comida, bebida e de relações sexuais para manterem-se concentrados em suas orações e recordações de Deus.

   Não existe jejum contra ou a favor de alguma coisa ou pessoa em religião alguma.

   Não existe jejum para pressionar ou chantagear.

   Jejum com motivação política, como esse anunciado por Deltan Dallagnol não é jejum, é greve de fome.

   É uma tentativa de chantagear os ministros do STF e de jogar a opinião pública contra eles.

   Além de patético e ridículo, em se tratando de um procurador da República, um gesto que provavelmente terá efeito contrário ao pretendido.

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