O ex-presidente Petro Porochenko e o atual prefeito de Kiev, Vitali Klitchko foram fotografados portando fuzis e prometendo defender a Ucrânia com as próprias mãos. E exortando outros civis a fazerem o mesmo. Armas estão sendo distribuídas a voluntários.
A situação em Kiev é crítica. “A cidade entrou em fase de defesa” disse o prefeito. “Agora, em algumas áreas da capital são ouvidos tiros e explosões. Os nossos militares neutralizam os grupos de sabotagem. O inimigo, esses grupos de sabotagem, infelizmente já penetrou Kiev. O exército está mantendo a defesa em torno de Kiev. A situação é difícil, mas acreditamos nas nossas forças armadas”.
É claro que são bravatas sem efeito prático algum. Se o Exército ucraniano não pode com o russo, o ex- presidente e o prefeito vão poder?
Os ucranianos estão queimando seus útimos cartuchos, mas a queda de Kiev é inevitável e se aproxima rapidamente.
A invasão começou de forma surpreendente e avassaladora, confundindo o inimigo, em vários locais ao mesmo tempo, por terra, mar e ar.
A seguir, depois de conquistadas algumas cidades e alguns locais estratégicos, como a usina de Tchernobyl, o foco passou a ser Kiev, que não tem como resistir por muitas horas aos tanques russos.
Atacar Kiev, se não é para matar a população civil (e não é), só pode ter uma intenção: depor Zelensky.
A invasão foi planejada para acontecer rapidamente e acabar rapidamente.
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