No dia 8 de janeiro de 2023, terroristas insuflados por Bolsonaro invadiram a Praça dos Três Poderes, em Brasília, e destruíram os edifícios-símbolos do estado democrático de direito, na tentativa de derrubar o presidente da República eleito por meio de um golpe de estado.
Os terroristas sabiam que, sozinhos, não alcançariam seu objetivo. Apostaram que teriam ajuda das Forças Armadas. E perderam.
O ataque, repudiado por toda a sociedade brasileira, foi sufocado graças à intervenção, embora tardia, das forças de segurança legalistas.
E um banho de sangue foi evitado. Foi a vitória da civilização sobre a barbárie.
No dia 7 de outubro de 2023, terroristas armados e insuflados pelo Irã, invadiram Israel, lançando milhares de mísseis sobre cidades, alvejando a esmo e sequestrando a população civil, na tentativa de destruir um estado legalmente constituído por meio de um banho de sangue.
Os terroristas sabiam que, sozinhos, não alcançariam seu objetivo. Apostaram que teriam ajuda de forças inimigas de Israel. E seus ataques covardes estão sendo repudiados por todo o mundo civilizado.
Nenhum estado democrático de direito pode ser construído sobre os escombros do terrorismo. Seria a vitória da barbárie sobre a civilização.
O terror não pode vencer.
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