Os momentos de união nacional viraram termômetro para desmascarar o falso patriotismo da extrema-direita brasileira – de Olimpíada a desastre climático.
A reação dessa escória é invariavelmente distorcer a realidade para mentir – em vez de se solidarizar ou apoiar compatriotas.
É prova de caráter e de farsa ideológica.
Nas enchentes do RS, os bolsonaristas inventaram até doação falsa para travar a ajuda real do Estado ao povo gaúcho.
Produziram bravatas e vazios enquanto o governo Lula articulava a reconstrução, o resgate a a sobrevivência em meio ao caos fruto de gestões incompetentes da direita.
A Olimpíada reativou essas nulidades políticas mantidas por ódio discursivo e irrelevância prática.
Mentem sobre impostos de medalhas, lado político dos atletas e ignoram façanhas dignas de um Brasil cuja vitória deriva da pluralidade popular sob apoio do Estado.
Desprezam parabenizar competidores porque, imersos na mediocridade de vidas infelizes, arrotam egoísmo e indiferença.
São patriotas de araque incapazes de se render à performance atlética nacional por ódio ideológico, racista e misógino contra a mulher negra – a imagem do ouro brasileiro.
O Brasil deles é pretexto para exercitar a devoção a bandidos, fascistas e charlatões religiosos – a malta de ignorância por trás do viralatismo, das injustiças sociais e da preservação dos privilégios dos ricos.
Esses períodos de olhar coletivo pelo Brasil evisceram a alma podre dessa gente cuja razão de viver é a amargura do desprezo ao outro, à diversidade, à essência nacional.
Onde o Brasil se ergue e reconstrói, eles não estão – e não fazem falta: o país dispensa a alma derrotada dos impatriotas.
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