Para tentar recuperar um pouco de sua autoridade, o presidente da Câmara Hugo Motta – que alguns já chamam de Hugo Moita – deveria chamar a Polícia Federal para investigar quem foi o mandante do motim. Não dá para acreditar que a ideia nasceu daqueles descerebrados que o executaram. Alguém ordenou.
Até é possível cogitar que o mandante foi o mesmo que o do golpe de estado, e que se encontra em férias remuneradas em seu spa particular. Os precedentes mostram que ele tem o controle sobre todas as ações de seus aliados. E que ninguém faz nada sem a sua ordem ou, ao menos, sua aprovação.
Se for constatada sua participação, deve ir para a prisão preventiva, numa sala especial de algum quartel.
Os executores do motim, que pouco ficaram a dever aos terroristas do 8/1 também devem ser investigados pela PF. Só a Corregedoria, só o Conselho de Ética, só uma suspensão e até a cassação – é pouco.
Cabe ao presidente da Câmara colocar ordem na casa e separar o joio do trigo.
Separar os golpistas dos democratas.
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