Lula foi o fiador do acordo.
Maduro se comprometeu com eleições livres e limpas e Biden, acabar com as sanções. Não haveria mais travas para a economia da Venezuela.
Outro dia, pesquisas mostrando adversário com 60%, Maduro ameaçou com um banho de sangue se não se reeleger.
Lula ficou assustado, disse que Maduro deveria aprender que, quem perde uma eleição vai para casa. E espera a próxima.
Maduro recomendou chá de camomila para os assustados e garantiu, do alto de seus quase dois metros e com aquele vozeirão, que as urnas brasileiras não são confiáveis. Ou seja: colocou em dúvida a eleição de Lula.
Um presentaço para Bolsonaro.
Quem tem um amigo como Maduro não precisa de inimigos.
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