Opinião

Raúl Castro se solidariza com Lula. Sandinistas também

Em pronunciamento feito nesta sexta-feira, 14, na Assembléia Nacional, o presidente cubano Raúl Castro externou sua solidariedade ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, apontando sua condenação sem provas pelo juiz Sergio Moro como tentativa de impedir sua candidatura a presidente em 2018; “Ao companheiro Luiz Inácio Lula da Silva, vítima de perseguição política e…

Em pronunciamento feito nesta sexta-feira, 14, na Assembléia Nacional, o presidente cubano Raúl Castro externou sua solidariedade ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, apontando sua condenação sem provas pelo juiz Sergio Moro como tentativa de impedir sua candidatura a presidente em 2018. 

“Ao companheiro Luiz Inácio Lula da Silva, vítima de perseguição política e manobras golpistas, expressamos nossa solidariedade ante o intento de impedir sua candidatura às eleições diretas com uma inabilitação judicial. Lula, Dilma, o Partido dos Trabalhadores e o povo brasileiro terão sempre Cuba a seu lado”, disse Raúl.

Outro pronunciamento foi o da Frente Sandinista de Libertação Nacional, da Nicarágua, que declarou através de nota oficial.

“A Frente Sandinista de Libertação Nacional, nosso Secretário-Geral, nosso Conselho e Assembléia Nacional, nos solidarizamos, com firmeza militante, neste momento de evidente continuidade da agressão política contra o ex-presidente do Brasil, companheiro Luiz Inácio Lula da Silva.  Reconhecemos na sentença ditada contra Lula mais um passo na escalada de arbitrariedades e de manipulações dos que se opõem a que o povo brasileiro volte a eleger seu lider mais popular de todos os tempos. Lula, humilde e dotado de extraordinária liderança,  representa os sonhos e aspirações de justiça e bem-estar da maioria dos brasileiros”.

Assim como em relação ao impeachment de Dilma Rousseff foi percebido internacionalmente como golpe parlamentar, a enorme repercussão externa da condenação de Lula incorporou, definitivamente, a ideia de que a sentença de Sergio Moro reflete a instrumentalização política da Justiça para impedir sua candidatura.

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Cortes 247

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