Opinião

Renan Calheiros quer decidir eleição no 1° turno, parte II

Política é como um jogo de futebol e desse tipo de peleja o senador presidente é PhD. A ordem é matar o jogo. A determinação é não dar chance ao adversário

Política é como um jogo de futebol e desse tipo de peleja o senador presidente é PhD. A ordem é matar o jogo. A determinação é não dar chance ao adversário
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Depois da reunião desta segunda-feira (15) com os prefeitos que apoiam a candidatura de Renan Filho (PMDB), o presidente do Senado, Renan Calheiros, agendou uma reunião para esta terça (16) com os candidatos a deputado estadual e federal no hotel Ritz Lagoa da Anta.

E na próxima semana estão convocadas as lideranças políticas que fazem oposição nos municípios onde os prefeitos e deputados detêm o comando político. A intenção é que as diferenças entre os grupos sejam deixadas de lado em nome dos candidatos Collor e Renan.

Há também casos de município onde o prefeito aliado está profundamente desgastado. Nessas localidades, o chefe do Executivo terá que se esforçar ainda mais que os demais para melhorar desempenho dos candidatos.

O objetivo, independente da situação das lideranças, é o mesmo em todos os casos: motivar e determinar que os aliados atuem esquecendo suas rixas e disputas locais. Política é como um jogo de futebol e desse tipo de peleja o senador presidente é PhD.

Faltando dezenove dias para que o eleitor coloque na urna o seu voto, a partida disputada entre Renan Filho e Biu de Lira, Collor e Heloísa está no segundo tempo, aos 26 minutos. É ampla a vantagem no placar das pesquisas para os candidatos da coligação.

Mas com uma diferença: a disputa para o Senado termina após a contagem dos votos. No caso do governo pode haver prorrogação, que é o segundo turno. É exatamente isso que Renan Calheiros quer evitar.

Num jogo de futebol, nem sempre o melhor time, o mais preparado, o que está em vantagem vence uma decisão. O imprevisível pode ocorrer. Assim também pode ser num segundo turno.

A ordem é matar o jogo. A determinação é não dar chance ao adversário.

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Cortes 247

Este é um artigo de opinião, de responsabilidade do autor, e não reflete a opinião do Brasil 247.

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