Em tempos de massacres contínuos não é errado dizer que o ilegítimo Michel Temer é uma barbárie.
Recentemente, o escritor Luís Fernando Veríssimo afirmou que a escolha continua sendo entre socialismo e barbárie.
Parece que prevaleceu a barbárie. Temer é a própria encarnação da barbárie.
Esse estado de coisas surgido pela falta de perspectivas se materializa não só com as recorrentes carnificinas no sistema carcerário do país. Essa é a parte mais visível e “pavorosa”, porém não “acidental”.
O desemprego em massa, a queda na produção industrial, a corrupção, o fim do Estado Social e do Estado Econômico, e a supremacia do neoliberalismo completam o quadro de barbarismo.
Portanto, o golpe e Temer são a expressão máxima dessa “pavorosa” barbárie vivida no Brasil.
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