Caso cumpra a sinistra ameaça de cortar água, luz e gás da população civil da Faixa de Gaza, Israel estará cometendo o mesmo crime contra a humanidade do qual foi alvo e vítima.
Exatamente por ter sido vítima de terrorismo, o país recebeu apoio de grande parte do mundo. Mas irá perdê-lo se insistir na retaliação aos palestinos, e não aos terroristas.
Um estado não pode agir da mesma forma que um grupo terrorista, por mais terrível que tenha sido o ataque contra ele.
Não é o caso de oferecer a outra face, nem, também, seguir a ordem do olho por olho, dente por dente.
Tal como os terroristas, ao atacar civis israelenses, expuseram sua população à sanha revanchista, Israel estará expondo a sua população a novas retaliações, e dará motivo para países que já não lhe são simpáticos apoiem os terroristas.
Não é um tiro no pé. É um míssil no pé.
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