Não importa com que dinheiro Frederic Wassef recomprou o Rolex dado de presente a Bolsonaro pelo Bahrein.
Ao confessar que fez o que fez, ele confirmou o crime de seu cliente: só recomprou o objeto de US$50 mil porque este foi vendido e, se foi vendido, só Bolsonaro poderia tê-lo vendido, por meio de seu ajudante de ordens, Mauro Cid.
É o primeiro caso no mundo de advogado que, na tentativa de salvar seu cliente, o incrimina.
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