Estamos diante de um dilema, por um lado a necessidade da reafirmação dos princípios que nos guiam, da compreensão jurídica e da defesa da Democracia, da Política.
Do outro lado, a questão Witzel, um ex-juiz que atuou sempre na contramão desses princípios e da Democracia, que virou político e o candidato da anti-Política do desprezo aos Direitos Humanos e das garantias fundamentais.
Pior, radicalizou ódios, fez campanha pela “pena de morte informal” e liberou o genocídio da população pobre, preta e periférica. Comemorou como Gol a morte de sequestrador. Entre outros terríveis desatinos.
Ao mesmo tempo, ele se tornou vítima do que há de mais maléfico à Democracia que é o ativismo judicial, método lavajatista que jogou o Brasil no limbo e teve como saldo, Bolsonaro e o Bolsonarismo, filhotes da lava jato.
Por coerência devemos defender a independência dos poderes, o devido processo legal, nenhum tipo de golpe na democracia, ainda que seja para um sujeito desprezível, como Witzel.
É ter sangue frio e nervos de aço.
Apenas lembrar que objetivamente uma reafirmação de princípios, significa defesa de Witzel, não tem como separar, o princípio do fato concreto.
Por mim, aceito o risco. Com todo meu desprezo ao Witzel, e sua politica genocida.
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