247 – O Banco Central avalia recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF) por meio de um mandado de segurança para evitar que integrantes de sua direção sejam obrigados a participar de uma acareação na Corte, segundo informou a Folha de São Paulo neste domingo (28). A medida foi determinada pelo ministro Dias Toffoli e tem como objetivo esclarecer pontos relacionados à operação com o BRB (Banco de Brasília), no contexto das investigações sobre uma suposta fraude envolvendo o banco Master.
Toffoli decidiu no sábado manter a participação do diretor de fiscalização do Banco Central, Ailton de Aquino Santos, na acareação. A audiência está prevista para a próxima terça-feira (30), no Supremo, quando também serão interrogados banqueiro Daniel Vorcaro, um dos sócios do banco, e o ex-presidente do Banco de Brasília (BRB), Paulo Henrique Costa.
No início deste mês, Toffoli decidiu que a investigação sobre o Banco Master deverá ter andamento no STF, e não mais na Justiça Federal em Brasília. A medida foi tomada diante da citação de um deputado federal nas investigações. Parlamentares têm foro privilegiado na Corte.
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