Aziz para auditor do TCU: ‘você bajulou Bolsonaro e não contribuiu em nada’

O presidente da CPI da Covid, Omar Aziz (PSD-AM), criticou o auditor do TCU Alexandre Figueiredo Costa Silva Marques, que fez um relatório com números inverídicos sobre mortes causadas pela pandemia. Também afirmou que o depoente e o pai dele fizeram “bajulação” em cima de Jair Bolsonaro. “Este serviço que você disse que fez não…

Presidente da CPI da Covid, Omar Aziz, e o auditor do TCU Alexandre Figueiredo Costa Silva Marques
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247 – O presidente da CPI da Covid, Omar Aziz (PSD-AM), criticou o auditor do Tribunal de Contas da União (TCU) Alexandre Figueiredo Costa Silva Marques ao dizer que o depoente contribuiu para “desmerecer o trabalho de milhares de servidores da área de saúde que diuturnamente tentavam salvar vidas”. “Este serviço que você disse que fez não contribuiu em nada”, disse o parlamentar, que também criticou uma “bajulação” após o depoente admitir o envio do arquivo para o próprio pai e, posteriormente, a Jair Bolsonaro.

O senador fez referência ao relatório do TCU apontando que 50% das mortes por Covid-19 em 2020 não foram pela doença

O depoente confirmou que enviou o arquivo para o próprio pai, o coronel reformado Ricardo Silva Marques, colega de Bolsonaro na turma de 1977 da Academia Militar das Agulhas Negras (Aman). 

O auditor afirmou que o documento era para uma consulta interna dentro do TCU, para provocar um debate, e não era conclusivo, oficial.

“Sua eficiência é tão grande que vc passa pro seu pai no dia 6 (de junho) e no dia tem aquela famosa entrevista no cercadinho dele ele já tem documento timbrado… você não acha muito rápida esta mudança, sem o presidente ter a responsabilidade de ao menos ir olhar se era verdadeiro ou não esta documento?”, questionou Aziz.

“Seu pai também não teve nenhum zelo de te preservar. Se você passa o documento para ele como filho, o pai já querendo bajular o presidente, passa para o presidente. O nome disso é bajulação. Querer prestar serviço sem confirmar se aquele documento é verdadeiro ou não é bajulação”.

Assista à CPI pela TV 247:

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