Beijing, 31 mar (Xinhua) — A Embaixada do Brasil na China anunciou nesta segunda-feira a programação já confirmada do Ano Cultural China-Brasil 2026. A agenda, que acontecerá ao longo do ano em Beijing, contempla múltiplas expressões artísticas e culturais, incluindo artes cênicas, artes visuais, música, patrimônio cultural imaterial, audiovisual, diversidade cultural, juventude, formação, turismo e inovação.
Confira abaixo as atividades já programadas:
Música
– 6 de abril, Sala de Concertos da Cidade Proibida de Beijing – Cristian Budu
– 14 de abril, Universidade Renmin da China – Orquestra Forte de Copacabana
– 16 de abril, Universidade de Aeronáutica e Astronáutica de Beijing – Clélia Iruzun
– 19 de abril, Blue Note Beijing – Raul de Souza
– 28 de abril, Blue Note Beijing – João Camarero
– 29 de abril, Sala de Concertos da Cidade Proibida de Beijing – Orquestra Neojibá
– 30 de abril, Casa Nacional de Ópera da China – Marília Vargas + Fabio Zanon
– 3 de maio, Blue Note Beijing – Luedji Luna
– 23 de outubro, Blue Note Beijing – HII Trio
Literatura
– 9 de abril, Auditório do Grupo de Comunicações Internacionais da China – Lançamento da tradução do livro “O Povo Brasileiro”, de Darcy Ribeiro
– 13 de abril, Universidade de Comunicação da China – Seminário sobre “O Povo Brasileiro”
Artes visuais
– 9 de junho, Museu Nacional da China – Exposição Portinari
Artes cênicas
– 31 de agosto e 1º de setembro, teatro BeijingDance – Focus Cia de Dança
“Nosso objetivo é mostrar a diversidade e a vitalidade da cultura brasileira. O Brasil é um país plural, resultado do encontro de muitas influências culturais, e isso se reflete na sua produção artística”, disse Bárbara Policeno, chefe do Departamento Cultural da Embaixada do Brasil na China, em uma entrevista recente. Ela acrescentando que se espera que o público chinês possa perceber essa riqueza, além de encontrar pontos de conexão entre as culturas dos dois países.
A China e o Brasil lançaram na última quinta-feira o Ano Cultural 2026 entre os dois países, o primeiro do tipo nas relações bilaterais que duram há mais de meio século.
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