O bolsonarismo de farda planejou matar Lula, Alckmin e Alexandre de Moraes, dar um golpe de estado e instalar uma ditadura sob o comando de um verme extremista.
Intentaram surrupiar o voto popular e calar a súplica coletiva por um Brasil sem o jugo da tirania, do reacionarismo, do fascismo.
A germinação do plano nas vísceras de um grupo militar de elite escancara a atrofia das forças armadas em chocadeiras de delinquentes contra o povo e o país.
É a incubadora de onde brotam golpes de estado, fascistóides milicianos, apoiadores de genocidas e, agora, conspiradores para assassinar presidente, vice e juiz.
Essa reiteração acobertada por uma mídia conivente, cúmplice e covarde, disposta a se condoer pelos degenerados, exige um freio definitivo da república brasileira.
Não basta prender os pilantras da vez – é urgente expurgar o entulho, reformular o poder e colocar a farda a serviço do país.
É imprescindível criminalizar de vez a seita bolsonarista – verniz político para a prática da violência sob moralismos fajutos, idolatria e imbecilização social.
Sem pena do mal-estar ninado por uma imprensa vassala para se solidarizar com cretinos – a soberania popular se sobrepõe à tara por poder, farda e banditismo.
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