“A mais longa duração da juventude, do escritor e jornalista Urariano Mota, é um livro que deveria ser lido por pessoas de todas as idades. Pelos jovens que conhecem e pelos que ainda não conhecem a história da ditadura no Brasil. E também por quem, não sendo mais considerado jovem de acordo com a certidão de nascimento, continua sentindo um aperto no coração e um nó na garganta diante das narrativas de atos de crueldade sem limite que acabaram com a vida de tantas moças e de tantos rapazes no País. O livro é um hino à nossa juventude, à amizade, aos sonhos revolucionários, ao amor em todas as suas formas e inquietações, pois toda forma de amor e de amar vale a pena. Como disse Machado de Assis: “Cada qual sabe amar a seu modo; o modo pouco importa; o essencial é que saiba amar.” A mais longa duração da juventude toca na alma de quem viveu – porque leva o leitor de volta àquelas atrocidades – e de quem não viveu os anos de chumbo no Brasil, o período mais repressivo da Ditadura Civil-Militar.
Cleide Alves, jornalista”.
Eu me sinto feliz e honrado por sua opinião, Cleide Alves.
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