O Manifesto ‘Juntos’ não cria partido político, não lança candidato, não insere artigo na Constituição. A polêmica em torno do manifesto se dá pela divulgação dos patrocinadores, bilionários que nunca estiveram ao lado dos interesses populares.
Foram eles que pagaram o jantar e escolheram o cardápio, mas quem assinou o manifesto não entregou o número do título de eleitor nas mãos dos anfitriões.
O cerne da discussão é a luta contra o fascista que ocupa a presidência da república e vem cometendo diversos crimes de responsabilidade e crimes comuns.
Essa luta não é só política, não está no campo democrático como estamos acostumados.
O Presidente da Câmara dos deputados, Rodrigo Maia, tem dado pistas de que pode abrir a gaveta e colocar em cima da mesa um, das dezenas de pedidos de impeachments apresentados.
O cerco se fecha, tanto para o governo quanto para a oposição. Bolsonaro, acuado, corre para implementar o golpe militar, essencial para a sua sobrevivência;
A oposição corre em acelerar o inquérito das Fakes News que pode cassar a chapa Bolsonaro/Mourão, o que incidiria em novas eleições ainda este ano.
Não fosse pela pandemia e o distanciamento preventivo, a população já teria dado o veredicto final e o fascista estaria com o rabo entre as pernas.
E, tantos os signatários do Manifesto quanto aqueles que assinaram, estariam, historicamente, em lados opostos nas urnas.
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