O imperialismo é um fato. Ele defende o império. Ambas nomenclaturas nos remetem à dominação em detrimento do social.
O histórico dos conceitos “em ação” não ficou frágil. Muito ao contrário. A existência de bancos vampirizam vidas. A existência de juros pérfidos retroalimenta a eterna exploração das massas pobres. Essa prática aferroa o povo e mastiga gente, e uma de suas propagandistas é uma sexagenária e intrincada rede, chamada de Globo.
O absolutismo em seu curso pretérito foi o segundo passo do contratualismo de Hobbes e outros teóricos. Nós jornalistas não podemos assistir a chuva e apenas comentá-la de forma inócua; precisamos sim: abrir a janela e observá-la. E depois descobrir a razão de sua existência…
O apoio às reformas contra o povo, ficou estampado na face imperialista do Monopólio globalizado, durante a sabatina do atual presidente, pois foi um (assunto intocado); afinal ela cumpre muito bem seu papel alienador, há décadas. Tal setor da imprensa vem deixando seu lastro senhorial (ao impulsionar) o enriquecimento da mesma minoria exploradora.
O jornalismo independente deve manter seu viés ético, e continuar costurando à mão – suas lindas peças – sendo imprescindível não desejar ocupar o lugar dos golpistas que tecem os fios das costuras de carregação.
A vida sólida de um povo sofrido vem sendo estereotipada em novelas que distraem o pobre povo, que segue subserviente, sendo submetido a toda sorte de reformas grotescas. A tigresa foi solta na savana ontem para engolir suas tchutchucas preferidas: a população brasileira alienada.
#LeiaBrazilevireBrasil
#PresidenteLulaolivro
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