A reação do juiz Moro à postura corajosa e digna de Lula à perseguição abjeta que tem sofrido gerou, agora, uma excrescência de moralidade que, por si só, já deveria ser suficiente para o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) afastá-lo daquele hospício que virou a Vara de Curitiba.
Moro mandou recolher presentes que Lula ganhou, quando era presidente, em confronto direto com a lei e, principalmente, com os padrões de sanidade mental que devem nortear a ação de um juiz.
Agiu como um adolescente mimado ao perceber que, diante de Lula, ele é obrigado a recuar aos espaços criados artificialmente pela Globo junto à turma de extrema-direita que se divide entre loas a Bolsonaro e o consumo indiscriminado de Lexotan.
Essa ação contra os presentes de Lula revela, portanto, muito mais do que mesquinharia.
É um sinal de que Moro, mesmo com a ajuda da Globo News, não sabe mais para onde ir.
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