Opinião

O PDT (em coma) só aguarda a extrema-unção

A guerra ideológica atingiu a Imprensa, e a sede de poder político por poder político há muito já atirou o idealismo na lata de lixo da História. O Partido Democrático Trabalhista está agonizando e espera apenas pela extrema-unção para exalar seu último suspiro democrático e trabalhista – de forma a encerrar sua Era de Ouro

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O PARTIDO DEMOCRÁTICO TRABALHISTA possui uma história honrosa e corajosa; seu líder maior e fundador Leonel de Moura Brizola, foi um personagem de respeito que representou a resistência de oposição real ao arcabouço antidemocrático de centro-direita opressor.

Inadmissível é para todos nós eleitores do Brizola: escutar o ruído insano de comentários desmedidos e desrespeitosos a respeito de jornalistas de peso e moral ilibada como PAULO M. LEITE e KIKO NOGUEIRA. 

A Comunidade do DCM e do Brasil 247 está indignada com a chuva de hostilidades que desabou sobre os proficientes redatores e escritores que não compactuam com práticas indignas em suas trajetórias de compromisso com a verdade.

Cada vez mais se torna irrespirável viver em um país onde restam poucos HOMENS DE VALOR no campo político; e lembrar que o PDT fundado em 17 de junho de 1979 (fruto da idealização) de um exilado; que fora (banido) por uma DITADURA MILITAR instaurada no ano de 1964 – hoje agoniza através da postura de alguns de seus representantes: é desolador.

Brizola, um nacionalista e socialista, reuniu lideranças, como por exemplo, o presidente de Portugal Mário Soares para reorganizar o antigo PARTIDO TRABALHISTA BRASILEIRO; porém não foi possível utilizar a sigla do PTB; contudo seus valores poderiam ser refloridos sob as cores azul, branca e vermelha de um nascituro PDT.

Ao vir a termo o PDT traz a intenção precípua de revalorizar o sindicalismo e a social democracia no intuito de tirar o Brasil de um coma de 20 anos; sob a liderança de um homem/símbolo do legalismo nacional; que quando governou o Rio Grande do Sul ficou bravamente entrincheirado no palácio Piratini, resistindo de forma legalista à possibilidade de golpe contra o vice-presidente João Goulart que após a renúncia de Jânio Quadros deveria assumir o cargo; no ano de 1961.

Existe uma Mídia corporativista que atende aos interesses dos grandes capitalistas, e outra Mídia comprometida com o povo, ou seja, há homens e mulheres que sabem manejar o escudo da liberdade de expressão para o bem de todas e de todos, cumprindo sua tarefa hercúlea: nos nichos alternativos de Comunicação.

A guerra ideológica atingiu a Imprensa, e a sede de poder político por poder político há muito já atirou o idealismo na lata de lixo da História. O Partido Democrático Trabalhista está agonizando e espera apenas pela extrema-unção para exalar seu último suspiro democrático e trabalhista – de forma a encerrar sua Era de Ouro.

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Cortes 247

Este é um artigo de opinião, de responsabilidade do autor, e não reflete a opinião do Brasil 247.

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