Os Institutos de pesquisas apontam, quase que semanalmente, a liderança de Lula para a Presidência nas eleições de 2022. Toda pesquisa tem margem de erro, todas são contestáveis, nenhuma é 100% confiável. Como ensina o folclore do futebol brasileiro: Jogo é jogo, treino é treino, e vice-versa.
Acredita-se que algumas pesquisas inflam o ex-presidente estrategicamente, para que a militância e simpatizantes, sintam-se confiantes e diminuam o ímpeto das ruas e do convencimento.
Os movimentos contra as Fakes News por parte do STF não surtirão efeitos inibitórios, a agência de mentiras que atuou em 2018 está ainda mais preparada para agir em 2022.
A diferença daquela eleição para a próxima é que a esquerda sentiu o golpe e não vai estar tão vulnerável.
A mídia golpista tenta a todo custo fazer brotar uma alternativa, a nefasta terceira via, que agregue ao candidato os votos do antibolsonarismo e do antipetismo. Parece que Sergio Moro, o pior brasileiro da história, será o escolhido.
Dentro dessa realidade, não cabe um segundo de desatenção dos Partidos que estarão com Lula, de sua equipe, dos canais progressistas, dos articulistas, colunistas, militantes, progressistas e de todos que querem a devolução dos direitos básicos, da ascensão profissional, do bem-estar social de um tempo não muito distante.
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