A boçalidade triunfante: dois anos depois, fica a sensação de vazio, diz Kotscho

O jornalista Ricardo Kotscho ressalta que "está fazendo dois anos que um impeachment malaco trocou o governo do país sem consultar o eleitorado. Está fazendo 16 dias que Lula se encontra incomunicável numa cela solitária em Curitiba. Nesse meio tempo, depois de tudo o que aconteceu, o que fica é uma imensa sensação de vazio, de falta de futuro"; para ele, "nas ruas, reina o silêncio, não há nenhum sinal de que estamos em pleno ano eleitoral. Já temos quase 20 pré-candidatos e, no entanto, ainda não apareceu nenhum candidato que encarne alguma esperança de que algo possa mudar com a eleição de outubro", diz o blogueiro

O jornalista Ricardo Kotscho ressalta que "está fazendo dois anos que um impeachment malaco trocou o governo do país sem consultar o eleitorado. Está fazendo 16 dias que Lula se encontra incomunicável numa cela solitária em Curitiba. Nesse meio tempo, depois de tudo o que aconteceu, o que fica é uma imensa sensação de vazio, de falta de futuro"; para ele, "nas ruas, reina o silêncio, não há nenhum sinal de que estamos em pleno ano eleitoral. Já temos quase 20 pré-candidatos e, no entanto, ainda não apareceu nenhum candidato que encarne alguma esperança de que algo possa mudar com a eleição de outubro", diz o blogueiro
O jornalista Ricardo Kotscho ressalta que "está fazendo dois anos que um impeachment malaco trocou o governo do país sem consultar o eleitorado. Está fazendo 16 dias que Lula se encontra incomunicável numa cela solitária em Curitiba. Nesse meio tempo, depois de tudo o que aconteceu, o que fica é uma imensa sensação de vazio, de falta de futuro"; para ele, "nas ruas, reina o silêncio, não há nenhum sinal de que estamos em pleno ano eleitoral. Já temos quase 20 pré-candidatos e, no entanto, ainda não apareceu nenhum candidato que encarne alguma esperança de que algo possa mudar com a eleição de outubro", diz o blogueiro (Foto: Paulo Emílio)
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247 -  O jornalista Ricardo Kotscho ressalta que "está fazendo dois anos que um impeachment malaco trocou o governo do país sem consultar o eleitorado. Está fazendo 16 dias que Lula se encontra incomunicável numa cela solitária em Curitiba. Nesse meio tempo, depois de tudo o que aconteceu, o que fica é uma imensa sensação de vazio, de falta de futuro".

"O novo governo já acabou e só faltam cinco meses e meio para a nova eleição presidencial, agora liderada pelo candidato "Ninguém" (a soma dos que declararam votar em branco, nulo ou em nenhum dos nomes apresentados pelo último Datafolha). Diante da boçalidade triunfante dos patos de camisas amarelas, vivemos a normalidade da anomia social e a naturalidade do que é anormal", avalia. 

"Nas ruas, reina o silêncio, não há nenhum sinal de que estamos em pleno ano eleitoral. Já temos quase 20 pré-candidatos e, no entanto, ainda não apareceu nenhum candidato que encarne alguma esperança de que algo possa mudar com a eleição de outubro. A campanha eleitoral se desenvolve nas sombras, com alianças sendo costuradas pelos velhos caciques de sempre em busca do "novo" para engabelar a galera lavajatista. Num cenário em que os mais de 30 partidos políticos foram dizimados, o Judiciário assumiu os três poderes e dá as cartas", diz o blogueiro. 

Leia a íntegra no Balaio do Kotscho

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