BBB da era Temer: Funaro agora quer acareação com Yunes, Padilha e Odebrecht

Governo Temer apodrece em praça pública; depois de pedir R$ 10 milhões à Odebrecht, pagos pelo Departamento de Propinas, Michel Temer verá seus principais operadores lavarem roupa suja em público; defesa do empresário Lúcio Funaro pediu à Procuradoria Geral da República que seja feita acareação com José Yunes, Eliseu Padilha e o empresário Marcelo Odebrecht; objetivo seria esclarecer a declaração de José Yunes, que disse ter sido "mula" de Padilha ao receber um pacote de dinheiro de Funaro, supostamente originário da Odebrecht

Governo Temer apodrece em praça pública; depois de pedir R$ 10 milhões à Odebrecht, pagos pelo Departamento de Propinas, Michel Temer verá seus principais operadores lavarem roupa suja em público; defesa do empresário Lúcio Funaro pediu à Procuradoria Geral da República que seja feita acareação com José Yunes, Eliseu Padilha e o empresário Marcelo Odebrecht; objetivo seria esclarecer a declaração de José Yunes, que disse ter sido "mula" de Padilha ao receber um pacote de dinheiro de Funaro, supostamente originário da Odebrecht
Governo Temer apodrece em praça pública; depois de pedir R$ 10 milhões à Odebrecht, pagos pelo Departamento de Propinas, Michel Temer verá seus principais operadores lavarem roupa suja em público; defesa do empresário Lúcio Funaro pediu à Procuradoria Geral da República que seja feita acareação com José Yunes, Eliseu Padilha e o empresário Marcelo Odebrecht; objetivo seria esclarecer a declaração de José Yunes, que disse ter sido "mula" de Padilha ao receber um pacote de dinheiro de Funaro, supostamente originário da Odebrecht (Foto: Aquiles Lins)

247 - A defesa do empresário Lúcio Funaro, que está preso em Brasília, solicitou à Procuradoria-Geral da República (PGR) que seu cliente participe de acareação com o empresário e melhor amigo de Michel Temer, José Yunes, com o ministro licenciado da Casa Civil, Eliseu Padilha, e o ex-presidente da construtora Odebrecht, Marcelo Odebrecht. 

O objetivo seria esclarecer a declaração de José Yunes, que disse ter sido "mula" de Padilha ao receber um pacote de dinheiro de Funaro, supostamente originário da Odebrecht. 

Caberá à PGR decidir se vai realizar a confrontação. O advogado Bruno Espiñeira, que assumiu a defesa de Funaro na semana passada, disse que seu cliente nega as declarações dadas por Yunes sobre o episódio, mas não apresentou detalhes sobre as contestações. O advogado não disse se Funaro foi ou não ao escritório de ex-assessor de Temer.

O depoimento de Yunes aconteceu após a revelação feita pela delação premiada de Cláudio Melo Filho de que Padilha teria se encarregado de distribuir R$ 4 milhões referentes a um repasse feito pela Odebrecht.

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