Bolsonaro ataca greves e quer caminhoneiros trabalhando

O candidato a presidência Jair Bolsonaro diz que a paralisação dos caminhoneiros já chegou ao seu extremo e precisa se encerrar; "não interessa a mim, ao Brasil, o caos agora”, afirmou; ele nega ter ligação com as lideranças dos caminhoneiros, como foi aventado durante a semana

Brasília - Conselho de Ética rejeita processo contra o deputado Jair Bolsonaro por citar Brilhante Ustra (Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)
Brasília - Conselho de Ética rejeita processo contra o deputado Jair Bolsonaro por citar Brilhante Ustra (Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil) (Foto: Gustavo Conde)

247 – O candidato a presidência Jair Bolsonaro diz que a paralisação dos caminhoneiros já chegou ao seu extremo e precisa se encerrar. “Não interessa a mim, ao Brasil, o caos agora”, afirmou. Ele nega ter ligação com as lideranças dos caminhoneiros, como foi aventado durante a semana.

“Se tiver de voltar [os militares], que volte pelo voto”, afirmou o deputado. Bolsonaro apóia os caminhoneiros e disse que irá revogar multas caso seja eleito.

“Eu não participei da eclosão do movimento. O Temer resolve agora isentar o pedágio por eixo levantado por MP, isso é uma reivindicação antiga deles, que eu conhecia. Eu vejo críticas na mídia de que o Temer está passando por cima de um contrato, mas não é um ato jurídico perfeito. Se é uma cláusula leonina, ela pode ser questionada na Justiça.”

(...)

Ninguém quer o caos. Quem quer o caos é a esquerda, acusar os latifundiários, os empresários, os americanos. Querem pretexto. No que depender de mim, ninguém vai dar pretexto de fazer uma falta. Não tem uma bandeira vermelha [entre os manifestantes], estão de parabéns. Se querem ir para a frente de quartel, tudo bem. Quem garante a liberdade e a democracia são os militares.”

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