Câmara pede que ministro da Justiça explique operações da PF em universidades

Ofício de autoria do deputado Chico Alencar (PSOL-RJ) pede explicações ao ministro da Justiça, Torquato Jardim, sobre as recentes operações deflagradas pela Polícia Federal dentro de universidades, como em Minas Gerais e Santa Catarina, que atingiram reitores, ex-reitores e professores; documento questiona a utilização de conduções coercitivas e qual o critério para que seja evitada a espetacularização dessas ações

Ofício de autoria do deputado Chico Alencar (PSOL-RJ) pede explicações ao ministro da Justiça, Torquato Jardim, sobre as recentes operações deflagradas pela Polícia Federal dentro de universidades, como em Minas Gerais e Santa Catarina, que atingiram reitores, ex-reitores e professores; documento questiona a utilização de conduções coercitivas e qual o critério para que seja evitada a espetacularização dessas ações
Ofício de autoria do deputado Chico Alencar (PSOL-RJ) pede explicações ao ministro da Justiça, Torquato Jardim, sobre as recentes operações deflagradas pela Polícia Federal dentro de universidades, como em Minas Gerais e Santa Catarina, que atingiram reitores, ex-reitores e professores; documento questiona a utilização de conduções coercitivas e qual o critério para que seja evitada a espetacularização dessas ações (Foto: Paulo Emílio)

247 - A Câmara dos Deputados pediu explicações ao ministro da Justiça, Torquato Jardim, sobre as recentes operações deflagradas pela Polícia Federal que atingiram reitores e ex-reitores de universidades federais.

O ofício, enviado pela Mesa Diretora da Câmara, de autoria do deputado Chico Alencar (PSOL), cita casos como os das ações dentro das Universidades Federais de Minas Gerais e de Santa Catarina, esta última que resultou no suicídio do reitor Carlos Cancellier, e questiona a utilização de conduções coercitivas.

Também é questionado qual o critério empregado pelo Ministério da Justiça para que seja evitada a espetacularização das conduções coercitivas e o porquê delas serem utilizadas antes que os investigados tenham sido intimados para prestar depoimento.

No início de dezembro, o líder do PT na Câmara, deputado Carlos Zarattini (SP), também repudiou as ações da PF em universidades e recomendou que fossem convidados os ministros da Justiça e da Transparência para que explicassem os métodos da PF.

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