Defesa de Lula diz que Moro faz “perguntas de inquisidor”

Durante o depoimento do ex-presidente da Petrobras José Sérgio Gabrielli, testemunha de defesa do ex-presidente Lula no caso do triplex do Guarujá, a defesa de Lula interrompeu um questionamento do juiz Sergio Moro e disse que havia limites para as perguntas; o juiz questionava Gabrielli sobre a substituição de Nestor Cerveró por Jorge Zelada na diretoria da estatal; a defesa de Lula disse que as perguntas de Moro eram "perguntas de um inquisidor, e não as perguntas de um juiz"

Durante o depoimento do ex-presidente da Petrobras José Sérgio Gabrielli, testemunha de defesa do ex-presidente Lula no caso do triplex do Guarujá, a defesa de Lula interrompeu um questionamento do juiz Sergio Moro e disse que havia limites para as perguntas; o juiz questionava Gabrielli sobre a substituição de Nestor Cerveró por Jorge Zelada na diretoria da estatal; a defesa de Lula disse que as perguntas de Moro eram "perguntas de um inquisidor, e não as perguntas de um juiz"
Durante o depoimento do ex-presidente da Petrobras José Sérgio Gabrielli, testemunha de defesa do ex-presidente Lula no caso do triplex do Guarujá, a defesa de Lula interrompeu um questionamento do juiz Sergio Moro e disse que havia limites para as perguntas; o juiz questionava Gabrielli sobre a substituição de Nestor Cerveró por Jorge Zelada na diretoria da estatal; a defesa de Lula disse que as perguntas de Moro eram "perguntas de um inquisidor, e não as perguntas de um juiz" (Foto: Gisele Federicce)

247 - A defesa do ex-presidente Lula afirmou nesta segunda-feira 13 que o juiz Sérgio Moro faz "perguntas de um inquisidor". A declaração foi feita durante depoimento do ex-presidente da Petrobras José Sérgio Gabrielli, testemunha de defesa de Lula na ação sobre o triplex do Guarujá.

Moro questiona Gabrielli sobre se ele não sabia o motivo da substituição de Nestor Cerveró por Jorge Zelada na Diretoria Internacional da estatal em 2008. Gabrielli respondeu que a troca foi uma decisão do Conselho Administrativo, a partir de uma solicitação do governo.

Gabrielli declarou que as questões partidárias não chegavam ao conselho e que ficou sabendo pela imprensa que Zelada era um nome indicado pelo PMDB. Moro insistiu no assunto, questionando se Gabrielli não havia sequer questionado o motivo da troca.

A defesa de Lula interrompeu então o questionamento e disse que havia limites para as perguntas. "É a quinta pergunta. Ele já respondeu". Moro pediu respeito ao advogado, e disse que estava fazendo as perguntas, "não induzindo a testemunha".

O advogado rebateu que as perguntas de Moro eram "perguntas de um inquisidor, e não as perguntas de um juiz".

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