Divulgar grampo é para criar convulsão social, diz advogado de Lula

O advogado do ex-presidente Lula, Cristiano Zanin Martins, afirmou na noite desta quarta (16) que a quebra de sigilo e a divulgação do sigilo telefônico de seu cliente "é um fato muito gravem cuja finalidade é estimular a convulsão social"; de acordo com Zanin Martins, não havia necessidade de quebrar o sigilo; "Quando não existe necessidade revela uma finalidade que não é a processual. que não é o papel do poder judiciário, revela a intenção de promover convulsão social, já que o juiz não tinha mais competência para julgar o caso", ressaltou

O advogado do ex-presidente Lula, Cristiano Zanin Martins, afirmou na noite desta quarta (16) que a quebra de sigilo e a divulgação do sigilo telefônico de seu cliente "é um fato muito gravem cuja finalidade é estimular a convulsão social"; de acordo com Zanin Martins, não havia necessidade de quebrar o sigilo; "Quando não existe necessidade revela uma finalidade que não é a processual. que não é o papel do poder judiciário, revela a intenção de promover convulsão social, já que o juiz não tinha mais competência para julgar o caso", ressaltou
O advogado do ex-presidente Lula, Cristiano Zanin Martins, afirmou na noite desta quarta (16) que a quebra de sigilo e a divulgação do sigilo telefônico de seu cliente "é um fato muito gravem cuja finalidade é estimular a convulsão social"; de acordo com Zanin Martins, não havia necessidade de quebrar o sigilo; "Quando não existe necessidade revela uma finalidade que não é a processual. que não é o papel do poder judiciário, revela a intenção de promover convulsão social, já que o juiz não tinha mais competência para julgar o caso", ressaltou (Foto: Valter Lima)

247 - O advogado do ex-presidente Lula, Cristiano Zanin Martins, afirmou na noite desta quarta-feira (16) que a quebra de sigilo e a divulgação do sigilo telefônico de seu cliente "é um fato muito gravem cuja finalidade é estimular a convulsão social."

De acordo com Zanin Martins, não havia necessidade de quebrar o sigilo. Para ele, a decisão do juiz Sergio Moro foi "arbitrária". Ele acrescentou: "Quando não existe necessidade revela uma finalidade que não é a processual. que não é o papel do poder judiciário, revela a intenção de promover convulsão social, já que o juiz não tinha mais competência para julgar o caso".

O advogado lembrou que Lula não é reu. "A arbitrariedade independe do conteúdo da conversa telefônica. Vale lembrar que não se pode falar em obstrução da Justiça, já que o ex-presidente não é réu", frisou. 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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