Funaro se mostrou propenso a fazer delação

Quando estava no carro da Polícia Federal, sendo levado para uma cela na Superintendência da PF na capital paulista, operador Lúcio Bolonha Funaro, braço direito do presidente afastado da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), teria dito que quer “colaborar com as investigações”; ele foi preso acusado de fraude em fundo da Caixa; Funaro também dispensou o advogado Antônio Mariz, contrário à delação, e procurou o advogado Antônio Figueiredo Basto, especialista em acordos de colaboração na Lava Jato

Quando estava no carro da Polícia Federal, sendo levado para uma cela na Superintendência da PF na capital paulista, operador Lúcio Bolonha Funaro, braço direito do presidente afastado da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), teria dito que quer “colaborar com as investigações”; ele foi preso acusado de fraude em fundo da Caixa; Funaro também dispensou o advogado Antônio Mariz, contrário à delação, e procurou o advogado Antônio Figueiredo Basto, especialista em acordos de colaboração na Lava Jato
Quando estava no carro da Polícia Federal, sendo levado para uma cela na Superintendência da PF na capital paulista, operador Lúcio Bolonha Funaro, braço direito do presidente afastado da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), teria dito que quer “colaborar com as investigações”; ele foi preso acusado de fraude em fundo da Caixa; Funaro também dispensou o advogado Antônio Mariz, contrário à delação, e procurou o advogado Antônio Figueiredo Basto, especialista em acordos de colaboração na Lava Jato (Foto: Roberta Namour)

247 - Preso acusado de fraude em fundo da Caixa, operador Lúcio Bolonha Funaro, braço direito do presidente afastado da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) sinalizou que poderá fazer um acordo de delação premiada.

Quando estava no carro da Polícia Federal, sendo levado para uma cela na Superintendência da PF na capital paulista, Funaro teria dito que quer “colaborar com as investigações”, segundo uma autoridade ligada ao caso, em reportagem do Globo.

Um dia antes de ser preso, na sexta-feira, ele, inclusive, dispensou o advogado Antônio Mariz, contrário à delação, e procurou o advogado Antônio Figueiredo Basto, especialista em acordos de colaboração na Lava Jato.

Procuradores, no entanto, recomendam cautela. Funaro foi delator no processo do mensalão, mas voltou a cometer crimes. “Ele já quebrou um acordo (de delação). Num novo acordo agora ele tem que mostrar para o Ministério Público que realmente vale a pena falar em troca de benefícios. O acordo seria mais duro”, disse um investigador - leia aqui.

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