Gilmar Mendes ironiza condução coercitiva de Lula

Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes ironizou os excessos apontados na condução coercitiva do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para prestar depoimento à Polícia Federal nesta sexta-feira (5);  "Antes batiam à nossa porta e a gente sabia que era o leiteiro, não a polícia. Mas, hoje, a situação está tão desgastada que a polícia tem batido em muitas portas, mas com ordem judicial, claro", disse; mais cedo, outro ministro do STF, Marco Aurélio Mello havia criticado duramente os excessos da operação; "Só se conduz coercitivamente, ou, como se dizia antigamente, debaixo de vara, o cidadão de resiste e não comparece para depor. E o Lula não foi intimado", afirmou

www.brasil247.com - Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes ironizou os excessos apontados na condução coercitiva do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para prestar depoimento à Polícia Federal nesta sexta-feira (5);  "Antes batiam à nossa porta e a gente sabia que era o leiteiro, não a polícia. Mas, hoje, a situação está tão desgastada que a polícia tem batido em muitas portas, mas com ordem judicial, claro", disse; mais cedo, outro ministro do STF, Marco Aurélio Mello havia criticado duramente os excessos da operação; "Só se conduz coercitivamente, ou, como se dizia antigamente, debaixo de vara, o cidadão de resiste e não comparece para depor. E o Lula não foi intimado", afirmou
Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes ironizou os excessos apontados na condução coercitiva do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para prestar depoimento à Polícia Federal nesta sexta-feira (5);  "Antes batiam à nossa porta e a gente sabia que era o leiteiro, não a polícia. Mas, hoje, a situação está tão desgastada que a polícia tem batido em muitas portas, mas com ordem judicial, claro", disse; mais cedo, outro ministro do STF, Marco Aurélio Mello havia criticado duramente os excessos da operação; "Só se conduz coercitivamente, ou, como se dizia antigamente, debaixo de vara, o cidadão de resiste e não comparece para depor. E o Lula não foi intimado", afirmou (Foto: Paulo Emílio)


247 - O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes usou de ironia ao comentar a condução coercitiva do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para prestar depoimento à Polícia Federal nesta sexta-feira (5). "Antes batiam à nossa porta e a gente sabia que era o leiteiro, não a polícia. Mas, hoje, a situação está tão desgastada que a polícia tem batido em muitas portas, mas com ordem judicial, claro", disse.

Apesar da ironia, Gilmar Mendes observou que o momento atual é "muito delicado" e agrava a atual crise política. Declaração do ministro aconteceu horas após Lula ter sido conduzido por agentes federais para depor na 24ª fase da Operação Lava Jato durante uma palestra para estudantes de Direito no Ceará.

"Não tenho elementos para avaliar a decisão do juiz Sérgio Moro, mas certamente ele deve ter tomado todas as cautelas. É uma decisão com grande repercussão no plano social, econômico e político", comentou.

Mais cedo, o também ministro do STF Marco Aurélio Mello havia condenado a ação da Polícia Federal. Segundo ele, houve excessos na ação desencandeada a partir de uma ordem do juiz federal Sérgio Moro.

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"Condução coercitiva? O que é isso? Eu não compreendi. Só se conduz coercitivamente, ou, como se dizia antigamente, debaixo de vara, o cidadão de resiste e não comparece para depor. E o Lula não foi intimado", afirmou.

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