Gleisi e Lindbergh contestam Anastasia para comissão do impeachment

Os senadores do PT Gleisi Hoffmann e Lindbergh Farias gravaram um vídeo nesta quarta (20) no qual comentam a escolha do relator para a comissão do impeachment e rechaçam o nome de Antonio Anastasia, por pertencer ao PSDB, um partido claramente militante do golpe Cunha-Temer; "Não concordamos com o relator. O senador Antonio Anastasia é do PSDB, um partido militante pró-impeachment", afirmou a senadora

Os senadores do PT Gleisi Hoffmann e Lindbergh Farias gravaram um vídeo nesta quarta (20) no qual comentam a escolha do relator para a comissão do impeachment e rechaçam o nome de Antonio Anastasia, por pertencer ao PSDB, um partido claramente militante do golpe Cunha-Temer; "Não concordamos com o relator. O senador Antonio Anastasia é do PSDB, um partido militante pró-impeachment", afirmou a senadora
Os senadores do PT Gleisi Hoffmann e Lindbergh Farias gravaram um vídeo nesta quarta (20) no qual comentam a escolha do relator para a comissão do impeachment e rechaçam o nome de Antonio Anastasia, por pertencer ao PSDB, um partido claramente militante do golpe Cunha-Temer; "Não concordamos com o relator. O senador Antonio Anastasia é do PSDB, um partido militante pró-impeachment", afirmou a senadora (Foto: Valter Lima)
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247 - Os senadores do PT Gleisi Hoffmann e Lindbergh Farias gravaram um vídeo nesta quarta-feira (20) no qual comentam a escolha do relator para a comissão do impeachment e rechaçam o nome de Antonio Anastasia, por pertencer ao PSDB, um partido claramente militante do golpe Cunha-Temer.

"Na segunda, a comissão que vai discutir o impeachment no Senado vai ser instalada, quando será escolhido o presidente e o relator. Achamos que o senador Raimundo Lira, cotado para presidir, é um nome bom. Mas não concordamos com o relator. O senador Antonio Anastasia é do PSDB, um partido militante pró-impeachment", afirmou a senadora.

Lindbergh pontuou que os senadores terão que atuar como juízes. "Para analisar se tem crime ou não. A presidente tem que ter o direito de defesa. Os supostos crimes apontados contra ela são dois: as pedaladas fiscais em 2015, que nada mais são do que o Plano Safra, que é financiamento para agricultor. Não tem lógica afastar a presidente por esse plano. O segundo ponto é seis decretos suplementares, que são legais, permitidos na lei orçamentária", reforçou.

Veja o vídeo aqui.

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