Ives Gandra Martins defende acordos de leniência

Jurista Ives Gandra Martins, que chegou a elaborar um parecer pelo impeachment de Dilma Rousseff, defende a medida provisória que prevê acordos de leniência com empresas envolvidas na Lava Jato: “Nada mais são do que a versão da delação premiada da pessoa física para a pessoa jurídica, com benefício para a nação incomensuravelmente maior: a preservação de empregos”

Jurista Ives Gandra Martins, que chegou a elaborar um parecer pelo impeachment de Dilma Rousseff, defende a medida provisória que prevê acordos de leniência com empresas envolvidas na Lava Jato: “Nada mais são do que a versão da delação premiada da pessoa física para a pessoa jurídica, com benefício para a nação incomensuravelmente maior: a preservação de empregos”
Jurista Ives Gandra Martins, que chegou a elaborar um parecer pelo impeachment de Dilma Rousseff, defende a medida provisória que prevê acordos de leniência com empresas envolvidas na Lava Jato: “Nada mais são do que a versão da delação premiada da pessoa física para a pessoa jurídica, com benefício para a nação incomensuravelmente maior: a preservação de empregos” (Foto: Roberta Namour)
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247 – O advogado Ives Gandra Martins, que chegou a elaborar um parecer pelo impeachment de Dilma Rousseff, saiu em defesa da medida provisória que prevê acordos de leniência com empresas envolvidas na Lava Jato:

“Nada mais são do que a versão da delação premiada da pessoa física para a pessoa jurídica, com benefício para a nação incomensuravelmente maior, que é o da preservação de empregos de cidadãos que, trabalhando nestas empresas, jamais poderiam supor o que estava ocorrendo nas esferas administrativas de comando”.

Segundo ele, a medida objetiva, claramente, preservar empregos, não aprofundar crise econômica e gerenciar tributos e desenvolvimento necessários, em momento em que o Brasil flerta com o risco de sair da recessão para ingressar num quadro dramático de depressão (leia mais).

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