Mello Franco: a ironia e a desculpa dos procuradores sobre o luto de Lula

Jornalista Bernardo Mello Franco destaca os comportamento dos integrantes da força-tarefa da Lava Jato que ironizaram a morte de parentes do ex-presidente Lula da Silva. Ele observa que somente a procuradora Jerusa Viecilli usou as redes sociais para se desculpar. "Os outros procuradores nada disseram. Deltan, que raramente passa um dia sem tuitar, está em abstinência desde domingo”, afirma

(Foto: Reprodução | ALESP)
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247 - O jornalista Bernardo Mello Franco destaca os comportamento dos integrantes da força-tarefa da Lava Jato que ironizaram a morte de parente do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Ele ressalta que os termos jocosos e irônicos se deram por ocasião dos falecimentos de Marisa Letícia, esposa de Lula,  do irmão Vavá e do neto Arthur, então com sete anos e que desde que vieram à tona, os procuradores – incluindo um dos coordenadores da operação, Deltan Dallagnol – optaram, em sua maioria, pelo silêncio. 

“Os diálogos foram revelados na terça-feira pelo UOL e pelo Intercept Brasil. Horas depois, Jerusa [procuradora Jerusa Viecilli] se manifestou no Twitter: “Errei. E minha consciência me leva a fazer o correto: pedir desculpas à pessoa diretamente afetada, o ex-presidente Lula”. Os outros procuradores nada disseram. Deltan, que raramente passa um dia sem tuitar, está em abstinência desde domingo”, diz Mello Franco. 

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