Para Josias de souza, "PSDB derrete em sua própria gordura"

Para o jornalista Josias de Souza, a disputa travada entre o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, e o prefeito da capital paulista, João Doria, pela vaga de candidato à Presidência da República, bem como o apoio dado ao governo Michel Temer e o envolvimento de lideranças tucanas em escândalos, demonstram que o PSDB está 'derretendo em sua própria gordura"; "Diante desse cenário, dizer que falta um programa de governo aos tucanos é muito pouco. Falta-lhes, na verdade, a noção básica de que uma das obrigações da política é oferecer esperança", destaca

Para o jornalista Josias de Souza, a disputa travada entre o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, e o prefeito da capital paulista, João Doria, pela vaga de candidato à Presidência da República, bem como o apoio dado ao governo Michel Temer e o envolvimento de lideranças tucanas em escândalos, demonstram que o PSDB está 'derretendo em sua própria gordura"; "Diante desse cenário, dizer que falta um programa de governo aos tucanos é muito pouco. Falta-lhes, na verdade, a noção básica de que uma das obrigações da política é oferecer esperança", destaca
Para o jornalista Josias de Souza, a disputa travada entre o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, e o prefeito da capital paulista, João Doria, pela vaga de candidato à Presidência da República, bem como o apoio dado ao governo Michel Temer e o envolvimento de lideranças tucanas em escândalos, demonstram que o PSDB está 'derretendo em sua própria gordura"; "Diante desse cenário, dizer que falta um programa de governo aos tucanos é muito pouco. Falta-lhes, na verdade, a noção básica de que uma das obrigações da política é oferecer esperança", destaca (Foto: Paulo Emílio)

247 - Para o jornalista Josias de Souza, a disputa travada entre o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, e o prefeito da capital paulista, João Doria, pela vaga de candidato do PSDB à Presidência da República demonstra que o PSDB está 'derretendo em sua própria gordura". Segundo ele, a legenda tucana chegou às eleições presidenciais de 2014, com o senador Aécio Neves (MG) apregoando o combate à corrupção, a retomada da economia e o fim das pedaladas fiscais. "Hoje, Aécio é alvo de nove inquéritos, o PSDB apoia um presidente denunciado por corrupção e, em vez de dizer algo sobre o desemprego, os tucanos preferem brigar entre si", destaca o jornalista.

Para ele, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que afirmou em um artigo "que a moralidade é um requisito para que o eleitor volte a crer nos governantes", "não disse nada sobre Aécio. E talvez não tenha notado que Alckmin entra na campanha como alvo da Lava Jato e Doria se apresenta como versão pós-moderna de salvador da pátria". "Diante desse cenário, dizer que falta um programa de governo aos tucanos é muito pouco. Falta-lhes, na verdade, a noção básica de que uma das obrigações da política é oferecer esperança", finaliza.

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