Pastor Ariovaldo Ramos: caso Queiroz-Wassef pode abalar relação de Bolsonaro com evangélicos

“Para os evangélicos de modo geral, começa a ficar complicado entender o que um clã que jura que vai fazer do Brasil um País cristão está fazendo envolvido com um sujeito de passado macabro”, disse o pastor em entrevista à TV 247. Assista

Pastor Ariovaldo Ramos, Jair Bolsonaro e Frederick Wassef
Pastor Ariovaldo Ramos, Jair Bolsonaro e Frederick Wassef (Foto: Brasil247 | Reuters)
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247 - O pastor Ariovaldo Ramos explicou em detalhes à TV 247, durante participação no programa Giro das 11, as relações que se estabeleceram ao longo do tempo entre as igrejas evangélicas e Jair Bolsonaro e como esta relação está em risco agora, pela presença do advogado Frederick Wassef como uma figura-chave na direção bolsonarista.

Segundo o pastor, a comunidade evangélica que até agora esteve apoiando Bolsonaro passará a questionar os aspectos mafiosos que envolvem o clã. “A entrada desse moço, o Wassef, que é um negócio meio macabro, isso vai causar problemas no arraial evangélico. Não sei se o clã Bolsonaro já se deu conta disso, mas isso vai causar problemas porque esse moço chamado de ‘anjo’ está mais para anjo caído do que para qualquer ação positiva em relação aos anjos de luz. Para os evangélicos de modo geral, começa a ficar complicado entender o que um clã que jura que vai fazer do Brasil um País cristão está fazendo envolvido com um sujeito de passado macabro. Nós estamos sendo governados por uma máfia”.

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