PF suspeita que coronel amigo de Temer seja dono de offshore

Coronel aposentado João Baptista da Lima Filho, citado nas delações de executivos da JBS como tendo recebido R$ 1 milhão em propina destinada a Michel Temer, teria feito uso de uma offshore uruguaia para comprar dois imóveis na capital paulista; segundo relatório da Polícia Federal, considera-se a possibilidade da offshore Langley Trade CO SA ser na verdade de João Baptista Lima Filho e integrar o mesmo esquema denunciado na Operação Castelhana", documento foi anexado na segunda denúncia oferecida pela PGR contra Michel Temer

Coronel aposentado João Baptista da Lima Filho, citado nas delações de executivos da JBS como tendo recebido R$ 1 milhão em propina destinada a Michel Temer, teria feito uso de uma offshore uruguaia para comprar dois imóveis na capital paulista; segundo relatório da Polícia Federal, considera-se a possibilidade da offshore Langley Trade CO SA ser na verdade de João Baptista Lima Filho e integrar o mesmo esquema denunciado na Operação Castelhana", documento foi anexado na segunda denúncia oferecida pela PGR contra Michel Temer
Coronel aposentado João Baptista da Lima Filho, citado nas delações de executivos da JBS como tendo recebido R$ 1 milhão em propina destinada a Michel Temer, teria feito uso de uma offshore uruguaia para comprar dois imóveis na capital paulista; segundo relatório da Polícia Federal, considera-se a possibilidade da offshore Langley Trade CO SA ser na verdade de João Baptista Lima Filho e integrar o mesmo esquema denunciado na Operação Castelhana", documento foi anexado na segunda denúncia oferecida pela PGR contra Michel Temer (Foto: Paulo Emílio)

247 - O coronel aposentado João Baptista da Lima Filho, citado nas delações de executivos da JBS como tendo recebido R$ 1 milhão em propina destinada a Michel Temer, teria feito uso de uma offshore uruguaia para comprar dois imóveis na capital paulista. Segundo relatório da Polícia Federal, um dos imóveis é o apartamento duplex onde o coronel reside e que foi alvo de um mandado de busca e apreensão na Operação Patmos.

De acordo com o relatório, que foi anexado na denúncia da Procuradoria Geral da República oferecida contra Michel Temer, a offshore Langley está registrada como empresa domiciliada em Montevidéu, mas é suspeita de estar atrelada a outras offshores e que o real proprietário seja o próprio João Baptista.

"Observadas as informações apresentadas no item 3.1 deste relatório, considera-se a possibilidade da offshore Langley Trade CO SA ser na verdade de João Baptista Lima Filho e integrar o mesmo esquema denunciado na Operação Castelhana", diz a PF.

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