PF vai investigar se Aécio Neves atrapalhou CPI

O STF (Superior Tribunal Federal) liberou a Procuradoria-Geral da República para aprofundar as investigações sobre o envolvimento do presidente do PSDB, senador Aécio Neves (MG), com a possível adulteração de dados e obstrução das investigações da CPI dos correios; investigadores vão analisar um vídeo que registra a retirada de documentos dos arquivos da CPI no mesmo dia do anúncio da abertura do inquérito contra Aécio; a investigação teve origem em junho, a partir da delação do ex-senador Delcídio Amaral (sem partido-MS), que acusou o mineiro de envolvimento numa operação para manipular dados bancários e fiscais enviados pelo Banco Rural à CPI

PF vai investigar se Aécio Neves atrapalhou CPI
PF vai investigar se Aécio Neves atrapalhou CPI

247 - O STF (Superior Tribunal Federal) liberou a Procuradoria-Geral da República para aprofundar as investigações sobre o envolvimento do presidente do PSDB, senador Aécio Neves (MG), com a possível adulteração de dados e obstrução das investigações da CPI dos correios, diz reportagem de O Globo.

O ministro Gilmar Mendes autorizou os investigadores a analisar um vídeo que registra a retirada de documentos dos arquivos da CPI no mesmo dia do anúncio da abertura do inquérito contra Aécio. A investigação teve origem em junho, a partir da delação do ex-senador Delcídio Amaral (Sem partido-MS), que acusou Aécio de envolvimento numa operação para manipular dados bancários e fiscais enviados pelo Banco Rural à CPI dos Correios.

“Segundo Delcídio, por intermédio de outras pessoas, Aécio tentou convence-lo a prorrogar o prazo de entrega de documentos do Rural à CPI, alegando que, se não fosse assim, o banco não teria tempo de atender às ordens da comissão. Declínio era presidente da CPI."

Um dos supostos emissários de Aécio teria sido o então deputado e hoje prefeito do Rio, Eduardo Paes (PMDB), também alvo do inquérito.

Em nota divulgada por sua assessoria de imprensa, Aécio Neves diz considerar adequada a decisão de Gilmar Mendes, pos “contribui para garantir transparência ao processo”.

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