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11 servidores entregam cargos no MEC e apontam interferência de Milton Ribeiro

Os pedidos foram feitos por membros da Consultoria Jurídica do MEC e defendem a "supremacia do interesse público sobre o privado"

Milton Ribeiro, ministro da Educação (Foto: ISAC NOBREGA/PR)

247 - Servidores da Consultoria Jurídica do Ministério da Educação (MEC), comando pelo pastor Milton Ribeiro, pediram demissão dos cargos em comissão coletivamente. Onze advogados da União renunciaram aos postos e afirmaram defender a "supremacia do interesse público sobre o privado". Os relatos foram publicados nesta sexta-feira (18) pelo jornal O Globo

Uma declaração do ministro teria deixado servidores indignados. Em cerimônia interna na quarta-feira (16), ele teria dito que a Consultoria Jurídica não permite que grupos econômicos sérios tenham acesso ao MEC. A "reclamação" gerou revolta entre os servidores, que, em reserva, já tinham se queixado de tentativas de interferência de outros setores no trabalho técnico de análise jurídica da pasta.

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"Na oportunidade, reafirmamos o compromisso de defesa do Estado Democrático de Direito, em especial dos princípios basilares da legalidade e da supremacia do interesse público sobre o privado", dizem os servidores no ofício em que pediram a demissão.

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