Um dos maiores juristas do mundo alerta contra perseguição a Lula

Em carta, o jurista italiano Luigi Ferrajoli, principal teórico do Garantismo, faz um alerta ao mundo de que Lula não está tendo direito a um julgamento justo e imparcial; "Quero expressar minhas preocupações sobre as formas com que o julgamento contra o ex-presidente foi criado e conduzido", anuncia o jurista, que aponta "uma ausência impressionante de imparcialidade por parte dos juízes e procuradores que o promoveram, dificilmente explicável senão com a finalidade política de pôr fim ao processo de reformas que foi realizado no Brasil"

Em carta, o jurista italiano Luigi Ferrajoli, principal teórico do Garantismo, faz um alerta ao mundo de que Lula não está tendo direito a um julgamento justo e imparcial; "Quero expressar minhas preocupações sobre as formas com que o julgamento contra o ex-presidente foi criado e conduzido", anuncia o jurista, que aponta "uma ausência impressionante de imparcialidade por parte dos juízes e procuradores que o promoveram, dificilmente explicável senão com a finalidade política de pôr fim ao processo de reformas que foi realizado no Brasil"
Em carta, o jurista italiano Luigi Ferrajoli, principal teórico do Garantismo, faz um alerta ao mundo de que Lula não está tendo direito a um julgamento justo e imparcial; "Quero expressar minhas preocupações sobre as formas com que o julgamento contra o ex-presidente foi criado e conduzido", anuncia o jurista, que aponta "uma ausência impressionante de imparcialidade por parte dos juízes e procuradores que o promoveram, dificilmente explicável senão com a finalidade política de pôr fim ao processo de reformas que foi realizado no Brasil" (Foto: Gisele Federicce)

247 - Um dos maiores juristas do mundo, o italiano Luigi Ferrajoli, integra a comunidade internacional no discurso de que o ex-presidente Lula vem sendo perseguido pela Justiça. Principal teórico do Garantismo, Ferrajoli faz um alerta ao mundo de que Lula não está tendo direito a um julgamento justo e imparcial.

"Quero expressar minhas preocupações sobre as formas com que o julgamento contra o ex-presidente foi criado e conduzido", anuncia o jurista, que aponta "uma ausência impressionante de imparcialidade por parte dos juízes e procuradores que o promoveram, dificilmente explicável senão com a finalidade política de pôr fim ao processo de reformas que foi realizado no Brasil".

Ele também cita a "campanha da mídia", "orquestrada desde o início do processo", como um dos elementos que confirmam a "ausência de parcialidade favorecida pelo singular braço do processo penal brasileiro, que é a confusão entre o papel julgador e o papel de instrução, que é papel próprio da acusação".

Assista abaixo um vídeo divulgado pela defesa de Lula sobre a carta:

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