‘Vai cumprir prisão domiciliar no Alvorada?’, questiona oposição sobre soltura de Queiroz

Parlamentares apontam irregularidade na concessão, por parte do presidente do STJ, de benefício para a esposa foragida e prêmio por acordo com o centrão

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Revista Fórum - Lideranças políticas reagiram com indignação e preocupação à decisão do presidente do Superior Tribunal de Justiça de conceder prisão domiciliar para Fabrício Queiroz e a mulher dele, Márcia Aguiar.  A decisão em caráter liminar é do ministro João Otávio de Noronha, que acatou pedido de habeas corpos da defesa do casal.

Ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) e amigo do presidente Jair Bolsonaro há quase 30 anos, Queiroz estava preso desde o dia 18 de junho em Bangu, zona norte do Rio. Ele é apontado pelo Ministério Público como o operador de um esquema de corrupção no antigo gabinete de Flávio, quando ele era deputado estadual no Rio de Janeiro. Já Márcia tem pedido de prisão decretado e está foragida da Justiça.

A presidente do PT e deputada federal, Gleisi Hoffmann (RS), afirma que a “liberação rápida de Queiroz” foi garantida pelo “comportamento acuado” de Bolsonaro e pela manutenção dos acordos com o centrão.

 

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