“Villas Bôas e Etchegoyen disputam no Exército”, diz especialista

O professor de Relações Internacionais da Unesp Alexandre Fuccille avalia que há uma disputa no interior do próprio Exército sobre qual conduta a ser assumida; "Há pelo menos duas vertentes do Exército brasileiro", diz; segundo ele, uma é do comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas, que acha temerária essa banalização do emprego das forças armadas em missões de GLO; outra vertente é encabeçada pelo ministro-chefe do gabinete de Segurança Institucional, Sérgio Etchegoyen, que diz não ver nenhum problema e usa a velha máxima entre os militares de que missão dada é missão cumprida

O professor de Relações Internacionais da Unesp Alexandre Fuccille avalia que há uma disputa no interior do próprio Exército sobre qual conduta a ser assumida; "Há pelo menos duas vertentes do Exército brasileiro", diz; segundo ele, uma é do comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas, que acha temerária essa banalização do emprego das forças armadas em missões de GLO; outra vertente é encabeçada pelo ministro-chefe do gabinete de Segurança Institucional, Sérgio Etchegoyen, que diz não ver nenhum problema e usa a velha máxima entre os militares de que missão dada é missão cumprida
O professor de Relações Internacionais da Unesp Alexandre Fuccille avalia que há uma disputa no interior do próprio Exército sobre qual conduta a ser assumida; "Há pelo menos duas vertentes do Exército brasileiro", diz; segundo ele, uma é do comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas, que acha temerária essa banalização do emprego das forças armadas em missões de GLO; outra vertente é encabeçada pelo ministro-chefe do gabinete de Segurança Institucional, Sérgio Etchegoyen, que diz não ver nenhum problema e usa a velha máxima entre os militares de que missão dada é missão cumprida (Foto: Romulo Faro)

247 - A intervenção federal decretada por Michel Temer na sexta-feira (16) pode ser inédita, mas não é a primeira vez que militares são convocados para ir às ruas no Rio em plena democracia. Desde 1992, trata-se da 37ª operação envolvendo a presença de forças armadas na Cidade Maravilhosa.

"Não se busca combater o crime organizado ou melhorar as condições de segurança da população fluminense. Há outros interesses", afirmou à revista Carta Capital o professor de relações internacionais na Universidade Estadual Paulista (Unesp), Alexandre Fuccille.

Fuccille, que trabalhou no Ministério da Defesa durante o primeiro mandato do ex-presidente Lula e presidiu a Associação Brasileira de Estudos de Defesa, vê o serviço militar como essencial para a segurança interna e defende um debate claro entre militares e civis.

O especialista avalia que há uma disputa no interior do próprio Exército sobre qual conduta a ser assumida. "Há pelo menos duas vertentes do Exército brasileiro", afirma.

Uma é do comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas, que acha temerária essa banalização do emprego das forças armadas em missões de GLO. A outra vertente é encabeçada pelo ministro-chefe do gabinete de Segurança Institucional, Sérgio Etchegoyen, que diz não ver nenhum problema e usa a velha máxima entre os militares de que missão dada é missão cumprida.

Leia a entrevista na íntegra.

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