Voto de Rosa Weber sobre prisão em segunda instância é considerado incerto

A colunista Mônica Bergamo afirma que o voto da ministra Rosa Weber com relação à condenação em trânsito em julgado continua incerto e que isso aumenta a tensão e as expectativas no mundo político e jurídico; Weber, que já se alinhou aos cinco ministros que têm posição clara sobre o direito do réu permanecer em liberdade, não dá mostras de que se entendimento se preservou diante das pressões múltiplas que atravessam aquele tribunal

rosa weber
rosa weber (Foto: Gustavo Conde)
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247 - O voto da ministra Rosa Weber volta a ser assunto. Para a colunista Monica Bergamo, a ministra continua sem a clareza suficiente com relação à sua posição no que diz respeito ao entendimento de seu voto. 

"A mudança para permitir a prisão só depois do trânsito em julgado era considerada certa já que cinco ministros são claramente favoráveis a ela. Mas o voto da ministra Rosa Weber, que se alinhava com eles, passou a ser considerado incerto", afirma a colunista. 

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