“Não é algo que amedronta”, diz Randolfe sobre Flávio Bolsonaro na CPI

Flávio Bolsonaro vai ocupar a vaga de Luis Carlos Heinze (PP-RS), que virou titular na comissão com a ida do senador Ciro Nogueira para o Ministério da Casa Civil

Randolfe Rodrigues e Flávio Bolsonaro
Randolfe Rodrigues e Flávio Bolsonaro (Foto: Leopoldo Silva/Agência Senado | Jefferson Rudy/Agência Senado)
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247 - O senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), vice-presidente da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) da Covid, comentou hoje em entrevista à GloboNews sobre o fato de Flávio Bolsonaro (Patriota-RJ) assumir a vaga de suplente da comissão). Para Randolfe, a participação de Flávio "não amedronta" os trabalhos da CPI. A reportagem é do portal UOL. 

Flávio Bolsonaro vai ocupar a vaga de Luis Carlos Heinze (PP-RS), que virou titular na comissão com a ida do senador Ciro Nogueira para o Ministério da Casa Civil e seu consequente afastamento do Senado. O presidente Jair Bolsonaro (sem partido), pai de Flávio, é o principal investigado da CPI.

"Temos o filho do presidente da República, que está no foco das investigações e que a CPI apontou que no mínimo cometeu crime de prevaricação no caso Covaxin, atuando no âmbito da CPI. Mas, ao contrário do que os senhores senadores governistas fizeram no início da CPI, não há possibilidade legal de impedir a participação de qualquer senador", disse Randolfe. "Nós vamos conviver com isso. (...) Não é algo que amedronta. Não alterará o curso final desta CPI", completou.

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Randolfe se referiu à tentativa de senadores da base de apoio do governo Bolsonaro de impedir que Renan Calheiros (MDB-AL) fosse o relator da CPI da Covid. Segundo eles, Renan poderia ter um conflito de interesses, uma vez que seu filho, Renan Filho (MDB) é governador de Alagoas. Os governistas insistem que é necessário incluir na pauta da comissão a investigação de possíveis desvios de verbas por parte de governadores. 

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